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A Insígnia de Claymor – Livro 1

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A Insígnia de Claymor – Livro 1

Hello hello Sunshines!

Estava no meu quarto pensando no que fazer, além de estudar Direito Romano e Economia para os testes simestrais, quando, por mandado divino tive a ideia de fazer meu primeiro post com um livro que há pouco tempo terminei de ler e que ainda estou rezando por sua continuação: “A Insígnia de Claymor” de Josiane Veiga.

O livro é narrado em terceira pessoa e se passa na Idade Média dos famosos duques e condes da Europa. Conta a história de uma lady chamada Jehanie Claymor que vivia superprotegida pelo seu irmão Alexei, futuro Duque de Claymor. Apesar de sua beleza não ser máxima, os cuidados que a cercavam, como os óleos de banho para deixá-la com a pele perfeita até o estudo da literatura – algo impróprio para as mulheres na época – e principalmente a personalidade forte herdada do pai, Albert, davam a ela um toque especial que nenhuma outra garota da redondeza tinha. Ruiva igual a mãe, ela decididamente era reconhecida por sua boa linhagem pelos modos, sua língua afiada e seus belos azuis únicos.

Desde o nascimento, Alexei guardou um sentimento, não fraterno, e sim, bem carnal pela irmã mais nova. Todos que o conheciam sabiam dessa sua fraqueza. Com seu tipo-galã alto, loiro e belíssimo, o herdeiro Claymor é conhecido por suas aventuras na corte, contudo, a única coisa que lhe virava a cabeça e o fazia perder a noção do perigo era a sua pequena ruiva mantida cativa em casa devido a sua tamanha possessividade. Mesmo ao completar a idade para ser apresentada a sociedade, Alexei impediu-a de sair de casa. Para aplacar a solidão, contratou duas damas de companhia, Marie e Sophie, que de vez em quando, prestavam serviços a ele de outra forma bem mais sensual. Não que Jehanie ligasse de seguir o que o irmão dizia; sua atenção se voltara tanto para seus estudos que não fazia questão de conhecer o mundo e aqueles que moravam perto dela. 

Por ser a única mulher na família, já que tanto sua mãe quanto a de Alexei tinham morrido, ela cresceu nas asas dos carinhos de sua pai e seu tio, Adam, um ex-guerreiro que se tornara clérico, entretanto, mesmo juntos, não batiam a idolatria que seu irmão tinha por ela. Jehanie sempre conseguia o que queria de Alexei.  

Em um fadado baile na cidade luz, ela encontra Sir Garreth De Vesey, um conquistador com uma fama que o precedia – igualmente a do futuro Duque de Claymor – e o cativa. Ele se vê apaixonado e logo a pede em noivado. E que lugar melhor seria do que a própria cidade dos amantes como Paris? Ela o aceita, após consulta do seu pai, o que leva Alexei a loucura. Ele sempre acreditou que a teria só para si e fará de tudo para acabar com esse casamento. Ao arquitetar uma volta para Inglaterra súbita em pleno inverno, Alexei nunca poderia pensar que seriam atacados por mercenários contratados por um visconde desejoso de vingança e que o destino de sua irmã mudaria tão drasticamente a ponto de ter consequências irremediáveis. 

” -Promete?

-O quê?

-Que nunca vai deixar ninguém me roubar.

– Nunca ninguém vai tirar você de mim. “

É pessoal! Esse é uma boa maneira de começar um blog de livros!

Tive meu primeiro contato com a autora Josy Veiga através do twitter. Não quis perguntar nada no começo, porque não tinha nenhuma afinidade com ela, só admirava seu trabalho. Eu já vinha de olho em Insígnia a muito tempo, só que no meio de ano, aconteceu uma promoção que me virou a cabeça! Por não ter impressora, eu até tive que ir vasculhar na casa da minha amiga para imprimir o boleto. Eu não podia perder esse livro, aquilo era fato.

Em dois dias li o livro de 222 páginas. Devagar para meu ritmo porque estava de aula em duas universidades e não podia atrasar o conteúdo, mas por Alexei eu poderia arranjar um tempinho na minha agenda.

Esse livro é simplesmente chocante, envolvente, além de causar um holocausto na mente de qualquer um que nunca leu nenhum romance tão realista para abordar o assunto do incesto. Josiane teve coragem de falar o que muitos conhecem, mas retratam como algo raro na antiguidade. É verdade que com o avanço da força da religião cristã, o amor carnal entre irmãos foi mais vetado, contudo sempre existiu.

Sou uma daquelas leitoras fanáticas por mitologia, literatura, e romances históricos e ficcionais. Como leio muito e tenho uma estante lotada de livros adolescentes de vampiros e romances impossíveis e previsíveis aqui em casa, vocês não sabem o quanto foi estranho sair daquele romance sonhador e pegar um livro que me mostrasse a realidade nua e crua. Foi um impacto grande, mas valeu a pena! As tramas, as cenas picantes, o relacionamento aberto, o amor deslavado, a paixão incontida, a alegria de um recomeço, a satisfação da lembrança, uma amizade inesquecível, uma noite maravilhosa e um retorno trágico. Componentes que me fazem sonhar a noite para saber o resto da história e me deleitar com a descrição dos personagens masculinos cheios de testosterona. Além de ficar com muita raiva de cada exemplar feminino que me dá nojo, enquanto outros me faz torcer para uma revira-volta na vida.

Só basta dizer o quanto eu estou feliz de ter a possibilidade de ter conhecido Josy, da sua paciência com as minhas perguntas, do seu carisma e humildade ao perguntar minha opinião sobre o conteúdo, e da sua permissão de estrear meu blog dando uma resenha de seu livro.

Ansiosa pela continuação,

P. V. do R. Freire

P.S.: Esse livro com certeza merece um Chocolate com bolinhas crocantes! Um romance maravilhoso, mas cheio de visão que os que não tem mente aberta ficarão empacados e odiarão. Bolinhas crocantes para dá o tom de surpresa e choque do livro. Parabéns!

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And here we go… Again.

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Há alguma coisa melhor do que parar tudo que você está fazendo, pegar um folhoso para ler enquanto assiste uma paisagem irreal brotar na sua mente a partir da leitura de algumas descrições? E sentir seu sangue correr mais rápido nas cenas de ação, o choro romper dos olhos entristecidos pela parte dramática, o riso rolar solto por uma brincadeira entre personagens, ou um corar advindo de uma cena de romance a moda antiga?

Talvez se compare ao abocanhar sem peso na consciência de uma caixa de chocolate que, claro, futuramente será um problema bem localizado na lateral de sua barriga, mas que, por um momento, você não está preocupado com as consequências e  simplesmente quer comer porque tem vontade ou está em uma depressão carregada e precisa de um amigo para lhe dar o ombro; ou ele por inteiro, no caso?

Na minha opinião, não, não existe.

Foi por isso que eu resolvi fazer esse blog. Ele não é o meu primeiro e nem será o último, contudo, desta vez, vou buscar vingá-lo. Tenho em mente deixá-lo como um ambiente confortável com sugestões de programações e algumas críticas construtivas de alguns livros que li e que queria dividir com alguém mais além do meu companheiro de longas noites Tigrão, vulgo Chops. Sem contar que eu não poderia nunca esquecer de dar as notas para cada um e, com o insight que tive a caminho da universidade, tentar adequar aos sabores do – meu tão amado – chocolate, desde o chocolate ao leite até o amargo. Nessa modalidade, tenho que admitir que gosto de ser perita.

Acho nos livros uma maneira de sair da vida corriqueira de uma adolescente que faz duas universidades ao mesmo tempo e se desdobra para conseguir acompanhar sem criar nenhum prejuízo a ambas. Eles me dão suporte para imaginar mundos hipotéticos e soluções impossíveis para a profissão que quero seguir. Não são simples passa tempos. Trabalhar com eles, ah, seria uma felicidade infinita. Ajudar os autores com suas obras, buscar lugares adequado, um público alvo, fazer enquetes para ver sua provável aceitação ou total insignificância perante uma população sedenta por caminhos que a levem para fora do tedioso dia que viveram. Acho que seria verdadeiramente minha carreira, mas como não posso sonhar tão alto, me dedico a fazer algo que faça o país melhor no futuro.

No chocolate, bem, aqueles que me conhecem sabe que eu não recuso. Sou meio que viciadas nele – culpa de minha mãe – e tinha uma queda por meninos que os davam a mim. Uso o passado porque o namorado atual anda fugindo da regra. Cacau show, Kopenhagen, Nestlé, Garoto, Lacta, arrgh, são tantos. Cada um com sua beleza especial; e é exatamente ela que eu vou trazer para aqui.

No mais, sejam bem vindos a meu novo lar!

Aqueles que se sentirem instigados a se entreterem com uma sinopse contendo minha sincera opinião enquanto saboreia vagarosamente um chocolate bem caliente se aproximem! O trêm das oito já está partindo…

P. V. do R. Freire